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Trigger – Gatinho Mental

Imagina ter uma consulta psiquiátrica, que apenas em uma seção pode resolver os seus problemas psicológicos. Isto é o que promete o psicólogo Astem (Maksim Matveyer) no seu site aos seus clientes. Bastam alguns minutos de observação e ele descreve qual o seu problema de maneira agressiva e arrogante como tivesse incorporado o Dr. House, embora alguns de seus diagnósticos terminem com a prescrição da falta d’aquilo.


Trigger. Dr. House psicólogo.

Após sair da cadeia, depois que foi de cumprir pena ao ser condenado por provocar o suicídio de um paciente, Astem tentar recuperar a credibilidade e a sua vida tentando provar que não teve culpa pelo incidente. Ele tenta voltar a ativa clinicando em um consultório montado em seu apartamento e apesar de conseguir resultados interessantes com seus atendimentos nada convencionais ele não consegue ajudar a si mesmo com seus problemas familiares.

A princípio, a gente espera que cada episódio um novo caso apareça como acontece nas séries médicas e assim Astem use sua expertise para diagnóstica e resolver os problemas. Mas os casos se alastram por mais de um episódio mantendo os personagens secundários por mais tempo, além do pai, um famoso psicólogo tradicional, a irmã, o amigo e seu secretário (tipo Robin) que cai de paraquedas no seu escritório/residência.

A série é uma produção russa de 2018, só lançado aqui em fevereiro de 2020 via Globoplay, com 15 episódios com uma média de 52 minutos. Com uma direção eficiente, fotografia e trilha sonoras bem feitas, Trigger é uma série de suspense com um roteiro viciante, junto a boa atuação do protagonista, torna elegível a uma boa maratona.


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