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Pendrive, o disquete moderno.

TUBEVISOR/TECNOLOGIA

Há algum tempo atrás, o disquete era largamente utilizado como disco removível para armazenamento fixo de dados. O termo equivalente em inglês é floppy-disk, significando disco flexível. Hoje o dispositivo foi substituído totalmente pelo Pen Drive ou Memória USB Flash Drive.

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Pendrive nada mais é do que um dispositivo de armazenamento de dados.

Pendrive

O disquete, auxiliava muito na hora de transportar dados de um ponto a outro, mas apresentava alguns inconvenientes, como o volume quando a quantidade de dados era grande, pois era necessário utilizar vários disquetes e se alguns cuidados não fossem tomados, a unidade de disco flexível 1/4 se danificava e simplesmente não lia os dados. Aí era um Deus nos acuda.

Hoje, estes problemas já não são mais comuns. Com o surgimento do pendrive a nossa vida foi infinitivamente facilitada. Graças ao tamanho reduzido, baixo custo e crescente capacidade de armazenar dados, os pendrives já transformaram os disquetes em peças de museu e já competem até com CDs e DVDs graváveis…

Pendrive nada mais é do que um dispositivo de armazenamento de dados removível composto por uma memória flash, com plugue USB (2) tipo A, para conexão a uma dessas portas, disponíveis em todos os microcomputadores atuais.

Pendrive por dentro

O pendrive normalmente é composto por quatro partes:

  • um conector USB macho, que faz a interface com o computador;
  • um controlador USB mass storage (dispositivo de armazenamento), que ativa a memória flash;
  • um nand flash, conectivo que armazena a informação;
  • e um oscilador de cristal, que produz um sinal de relógio (com 12MHz), usado para ler ou enviar dados a cada pulso.

Alguns deles ainda podem incluir jumpers e pinos de teste (para testes durante sua produção). Outros tem Leds, interruptor que impede que se apague algo do dispositivo e até reconhecedor de impressão digital, recurso para impedir que pessoa não-autorizada use o dispositivo.

Pendrive? por que este nome se não é uma caneta?


Os primeiros modelos assemelhavam-se a uma caneta e dispunham de um clipe para prendê-los no bolso. Por isso o nome Pendrive. Existem pendrives de todos os formatos, cada vez menores, porém com maior capacidade de memória e maior número de funcionalidades, como de MP3 e rádio FM. Todos, porém, continuam apresentando uma ligação que permite sua conexão a uma porta USB do computador. Os modelos são os mais variados, feitos (externamente) em plásticos, metais, acrílicos e materiais que os tornam cada dia mais bonitos e atrativos. Os fabricantes mais conhecidos de memórias flash são Kingston, SanDisk, HP, Sony, Extralife , LG , Toshiba e Corsair.

Disco rígido

Depois de encaixado na porta USB, o pendrive funciona como um disco removível, da mesma forma que um disco rígido ou disquete sendo reconhecidos automaticamente.

Os pendrives deixaram de ser apenas um acessório de transporte de dados para se tornar ferramenta fundamental da vida moderna. Dependendo do modelo, É possível carregar até 1 TB (Data Traveler HyperX Predator) de documentos, fotos, músicas e até filmes. Há possibilidade de usá-lo para backup e a facilidade de transportar os arquivos, possibilita usar as informações em qualquer lugar onde exista um computador. Isto elimina a necessidade de levar o seu notebook quando tiver de realizar uma viagem, por exemplo. Muitos utilizam como importante instrumento de trabalho justamente por causa das características de armazenamento de dados e modo de transporte.

Mais do que um dispositivo portátil.


entrada USB

Além de armazenar dados, existem outras possibilidades que o pendrive pode oferecer. Empresas de software vêm investindo no desenvolvimento de programas portáteis para diferentes funções. Para abrir um documento do Word no seu pendrive, por exemplo, precisará de uma máquina com Word instalado. Porém, caso ele tenha um editor de texto que rode a partir do pendrive, conseguirá carregar o documento sem a necessidade de qualquer aplicativo instalado no computador.

Para quem não conhece bem o universo dos softwares para portáteis uma boa dica é visitar o portal Portable Apps. O site reune uma coleção completa de software de código aberto, que funciona em qualquer dispositivo de armazenamento portátil.

Dicas de uma boa utilização para “pendrive”:


  • Na escolha do dispositivo: para um uso sério, um “pendrive” sério.
  • Há cerca de uma dúzia de fabricantes renomados de “pendrives”, que aplicam controle de qualidade rígido e respondem pelo produto, oferecendo inclusive suporte via Web. Por outro lado, há vários outros, cujos cuidados no processo de produção são desconhecidos. Portanto, se você pretende guardar informações importantes no seu “pendrive”, escolha um modelo que se proponha apenas a armazenar dados evitando os que possuem outras funções, tais como reprodutores de MP3 e sintonizadores de FM. Quem usa equipamentos menos confiáveis deve estar preparado para arcar com as conseqüências de sua opção.

  • Ao conectar: lembre-se, o “pen drive” é frágil!
  • Uma memória flash pode ser utilizada por 5 anos ou mais. Sua vida média é maior que a de um disco rígido convencional.
    Por mais acessível que esteja a porta USB de seu micro, por mais firme que seja sua mão, o “pluga-despluga-repluga” provoca inevitavelmente fadiga do material, fraturando algum circuito ou comprometendo contatos internos. Isto para não mencionar o desastre imediato: A porta USB do micro oferece um excelente braço de alavanca. Basta um pequeno esbarrão e… Como nada disso pode ser evitado, o jeito é tentar alongar a vida útil do dispositivo. Uma boa solução é conectar o “pen drive” ao micro por meio de um cabo USB “A macho/A fêmea”. Componente pode ser encontrado em qualquer loja de produtos de informática e que custa aproximadamente o preço de um sorvete. A conexão do “pen drive” ao cabo é mais fácil e submete o conjunto a menos esforço. Além disto, o “pendrive” não fica preso ao micro, sujeito a avaria mecânica, mais freqüente do que muitos imaginam.

  • Após conectar: deixe o “pendrive” quieto!
  • As portas USB de seu micro, a que são simplesmente encaixados plugues USB, permitem transferência de dados em alta velocidade. Por outro lado, as conexões internas do computador, por onde passam fluxos de bits com taxas semelhantes, são soldadas ou consistem de encaixes muito justos, com a segurança adicional de parafusos de fixação. A despeito do aspecto amigável das conexões USB, você não pode tratá-las com a mesma falta de cerimônia com que lida com uma tomada elétrica, ou com um plugue de áudio. Um movimento, por menor que seja, nas superfícies de contato plugue/porta, durante uma transferência, poderá corromper os seus arquivos. Portanto, uma vez conectado o plugue USB à porta e tendo aparecido o ícone na barra de tarefas, confirmando o reconhecimento do dispositivo, não mexa mais nele.

  • Ao usar: considere o “pen drive” apenas como meio de transporte de dados.
  • O “pendrive” funciona como um disco de alto desempenho. Isto acaba por nos induzir a utilizá-lo como tal, trabalhando diretamente com os arquivos armazenados. Talvez você até já proceda assim, ignorando o risco a que se expõe. Sua sorte um dia poderá acabar e, quando menos esperar, seus arquivos serão corrompidos. Pense bem. Não dá tanto trabalho assim: plugue seu “pendrive”, copie os arquivos com que irá trabalhar para o disco rígido, realize suas tarefas e, ao final, copie-os de volta. Caso o micro em que você trabalhou não seja seu, apague os vestígios de sua passagem, para sua própria segurança e para preservar o espaço em disco de terceiros.

  • Ao desconectar: atenção!
  • O “pen drive”, como qualquer dispositivo com conexão USB, tem a característica de “hot-swappable”, ou seja, pode ser conectado ou desconectado com o computador ligado, sem risco de dano ao hardware, seja a porta em que está ligado ou o próprio dispositivo. Os dados armazenados, no entanto, poderão ser corrompidos caso o dispositivo seja removido durante operações de leitura ou gravação. Para que isso não ocorra, devem ser seguidos os procedimentos a seguir:

    Remoção de “Pen Drive”

    removendo-pendrive

    1º passo: Dê um duplo clique com o botão esquerdo do mouse no ícone do “pendrive”, localizado na barra de tarefas, no canto inferior direito da tela. Aparecerá a janela abaixo reproduzida, onde são exibidos os dispositivos USB presentes; no caso, dois “pendrives”, designados como volume “E” e volume “G”:
    2º passo: Selecione aquele que deverá ser removido, no caso, o volume “E”, e clique no botão “Parar”.
    3º passo: Aparecerá uma janela para que você confirme que deseja realmente desconectar o “pen drive” selecionado. Clique em “OK”.

    removendo-pendrive

    a) Caso o sistema interrompa o dispositivo, como se espera, ele desaparecerá da lista e será exibida a mensagem mostrada na figura ao lado, apontando para o ícone do “pen drive” na barra de tarefas. É só isto. Você já pode desconectar com segurança o dispositivo da porta USB do seu computador.
    b) Caso o sistema não possa interromper o dispositivo, é sinal de que algum arquivo de seu “pen drive” está aberto e sendo utilizado por algum programa, ou que alguma tarefa ou transferência de dados que envolva o “pendrive” está em andamento.Caso você tenha usado algum programa do MS Office (Word, Excel, PowerPoint) para editar arquivos, após salvar seus dados, feche-o. Feche também o Windows Explorer.Enquanto você não obtiver a mensagem que aparece no item anterior, não remova o “pendrive”.

  • Ao transportar: lembre-se (de novo), o “pendrive” é frágil!
  • Embora “pendrives” possam ser colocados em chaveiros ou pendurados no pescoço, há lugares bem mais seguros para transportá-los. Dentro do bolso ou de uma pasta o dispositivo ficará mais protegido contra choques mecânicos e quedas.

  • Ao retornar a seu equipamento fixo: faça sempre o backup do “pen drive”!
  • A capacidade dos “pen drives”, mesmo os maiores, fica bem aquém da oferecida pelos discos rígidos disponíveis nos micros atuais. Portanto, sempre será possível criar-se um diretório no disco rígido, destinado a receber a cópia de segurança de todo o “pendrive” ou, ao menos, de seus arquivos mais importantes. Naturalmente, este backup tem que ser mantido atualizado, sendo uma boa prática criar-se mais de um diretório para as cópias de segurança (um para dias ímpares, outro para pares, por exemplo). Reduz-se assim a probabilidade de “queimar-se” acidentalmente uma cópia de segurança. Todos que já tiveram um “pendrive” extraviado, avariado, ou apenas corrompido lamentaram não dispor de backup atualizado do dispositivo. Evite fazer parte deste grupo.

Mais algumas dicas de como utilizar seu pen drive de modo correto:


  • Não deixe o seu pendrive conectado continuamente no computador. Isso reduz sua vida útil. As memórias desses cartões e sua capacidade de manter as informações são perdidas com o tempo de uso;
  • Conecte seu pendrive depois do sistema operacional ter sido carregado, não antes disso;
  • Um dispositivo nunca tem exatamente a quantidade que diz ter, que sempre fica em torno do valor indicado. Para descobrir exatamente o quanto do espaço está realmente disponível e verificar se algum bloco de dados do seu pendrive está danificado, use o H2testw. Ele também verifica se há alguma falha no processo de transferência de dados entre pendrive e o PC;
  • Suítes (conjunto de aplicativos) portáteis, são programas que dispensam instalação e podem ser executados a partir do pendrive. O Lupo PenSuite – Traz 180 programas como navegadores, aplicativo para baixar torrents, visualizador de imagem, editor de áudio, editor de imagens, para fazer diagnóstico de hardware, ler PDF, recuperar arquivos e muito mais. Outra opção e o PortableApps Suite, que traz um pacote de aplicativos para escritório, gerenciadores de senha, jogos, navegadores e mais algumas dezenas de opções;
  • Sair plugando seu pendrive por aí pode trazer problemas para os equipamentos quando se fala em vírus. Vacinar o seu pendrive é uma boa dica. Para isso use o USB Doctor – Uma vacina para prevenir problemas causados pela execução do arquivo Autorun.inf, um dos métodos mais utilizados para espalhar vírus entre máquinas e pendrives. Já o Anti-Bug USB Master revela a existência de arquivos ocultos dentro do pendrive, comportamento bastante comum para arquivos maliciosos. Além disso, com apenas alguns cliques você pode fazer cópias de segurança de todo o conteúdo do dispositivo;

E agora? Já fiz o que não devia…


e-agora

Se isso aconteceu, fique calmo, não há porque se preocupar. Você pode baixar um aplicativo bem útil nessas horas que se chama HP Format Utility for USB Flash Drivers. Se o seu pen drive não queimou por conta do faiscamento, esse programinha gratuito é capaz de acessar o conteúdo ainda intacto que estiver gravado. No melhor estilo Windows Explorer, esse utilitário mostra as pastinhas ou arquivos que lá estiverem e possibilita que sejam arrastados para a área de trabalho de seu computador, por exemplo. De quebra, ele pode formatar o seu “pendrive”, deixando-o pronto para a próxima gravação.
Mas se mesmo com esse programa o seu “pendrive” não funcionar, má notícia. O seu aparelho de memória provavelmente já era. O jeito será adquirir outro e, a partir de agora, usá-lo corretamente.

Ainda não encontrou o que queria sobre pendrives? Acesse então o link do Tecmundo, o maior site de tecnologia do Brasil, e saiba muito mais sobre este pequeno notável.

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